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9 métricas para entender o tráfego do seu negócio pelo Google Analytics

No mundo do marketing digital, o Google Analytics pode ser considerado o melhor amigo de toda empresa que visa crescer e aumentar a visibilidade de sua marca. 

Por isso, saber configurá-lo corretamente e analisar as informações recebidas vai ajudar você a acessar muitos  insights essenciais para melhorar e otimizar o seu site. 

Hoje apresentaremos 9 métricas do Google Analytics que merecem a sua atenção para entender o tráfego do seu negócio. Vamos lá? Siga a leitura! 

Por que é importante acompanhar as métricas do Google Analytics?                              

Quando uma marca é criada, são estabelecidos objetivos que a empresa pretende cumprir ao decorrer dos anos. Dito isso, além de medir o desempenho do seu site, as métricas do Google Analytics também é uma forma de você conduzir o seu negócio de acordo com as metas estabelecidas no projeto inicial. 

Diferente de uma loja física, o e-commerce possibilita prever ações futuras de seus usuários e também analisar informações fundamentais para a criação de campanhas assertivas para atrair mais leads, evitando que você fique no escuro referente aos resultados de seus anúncios. 

9 dados que você deve prestar atenção

Agora que você já percebeu a importância dessa ferramenta, apresentaremos 9 dados que possibilitam a visualização da situação atual do seu negócio, sendo informações essenciais para fortalecer sua marca. 

1. Sessões e duração média 

Uma das maiores vantagens de expandir o seu negócio para o digital é a capacidade de visualizar dados como as sessões. Esse termo é utilizado para se referir aos números de pessoas que visitaram o seu site, independentemente da quantidade de vezes que foi feito pelo mesmo usuário.

Para entrar na contabilização dessa categoria, são analisados todos que exerceram alguma ação em seu site, como, por exemplo, clicar em links internos ou acesso a conteúdos, sendo computado até visitantes que navegam por um período de tempo. 

A duração média também de cada sessão é essencial para saber como foi a experiência do usuário, ou seja, se alguém passa vários minutos navegando em seu site, significa que você conseguiu prender sua atenção pela interface ou gatilhos mentais presentes em seus textos. 

No entanto, a computação só é válida para quem engaja com a página, portanto, quem entra e fecha, não entra na conta final. 

2. Regiões ou cidades com mais visitantes

Provavelmente, a sua empresa já deve ter dados a respeito das regiões ou cidades que suas vendas acontecem com maior volume, não é mesmo? Porém, essa plataforma mostra outras áreas com alto potencial de vendas e que, talvez, você ainda não esteja trabalhando.

Isso significa que o Google Analytics é uma ótima ferramenta para encontrar novas oportunidades de negócio e ampliar as vendas em território nacional.

3. Categorias e produtos mais importantes

As métricas do Google Analytics também ajudam a monitorar as páginas, categorias e os produtos mais populares do seu site. Nesse setor é possível observar quantas exibições e visualizações você teve durante um certo período, facilitando o momento de revisão para saber o que precisa melhorar. 

Por exemplo, caso note um número alto de visualizações em certa categoria ou produto, é importante também analisar as conversões, pois não adianta nada ter uma quantia expressiva de pessoas acessando, se nem metade finalizar a compra.  

No entanto, se o cenário é diferente e possui uma demanda grande para determinados produtos, é fundamental que o seu foco de estratégia seja manter a qualidade para seus clientes e novos leads. 

4. Taxa de rejeição do seu site

O nível de importância é o mesmo entre a taxa de conversão e a de rejeição para analisar o que está funcionando para a sua marca. Nas métricas de rejeição é possível visualizar a quantidade de usuários que saíram do seu site após visitar somente uma página. 

Se o número for alto, significa que existem algumas falhas no seu site, como layouts não atrativos, demora no carregamento de imagens e textos de baixa qualidade. No entanto, não se preocupe, pois tudo isso tem solução. 

Esse é um ótimo momento para encontrar profissionais especializados em otimização para aprimorar cada vez mais a experiência do usuário em seu e-commerce. 

5. Origens do tráfego 

Analisado frequentemente pela gestão de tráfego, esse é um dado excelente para saber quais canais chamam mais atenção do seu público-alvo. As opções de ferramentas podem variar entre Google Ads e redes sociais, ambas são usadas para gerar tráfego. 

Nessa métrica constam quantas pessoas entram em contato com sua marca por meio de um determinado canal e também qual das alternativas proporcionam a maior taxa de conversão. 

Dessa forma, fica mais fácil saber onde investir mais em campanhas. Abaixo apresentaremos as principais fontes: 

Orgânico

O tráfego orgânico é responsável por todos os visitantes que conhecem a sua marca de forma natural. Geralmente, ele usou uma palavra-chave para pesquisar sobre algo em algum mecanismo de busca e acabou encontrando a resposta em alguma página com técnicas de SEO do seu site. 

Rede social

Sabe os anúncios que surgem no feed ou stories da sua rede social a respeito de algum produto? Pois é, se você clicou no link e ele te direcionou para a empresa, a fonte do canal utilizado, assim como os dados da sua visita e conversão, estarão presentes nessa métrica do Google Analytics. 

E-mail 

Essa taxa de visitantes é referente a todos que em algum momento disponibilizaram endereços de e-mail para adquirir algum conteúdo de valor, como um e-book ou newsletter. 

Direto

Esse dado é o queridinho de todo marca, visto que contempla somente as pessoas que já conhecem a sua marca, porém continuam pesquisando frequentemente sobre a empresa em mecanismos de busca e adicionaram em sua lista de favoritos. 

Pago

A origem do tráfego pago é para todos os usuários que acessaram o seu produto por meio de anúncios patrocinados pelo Google Ads ou Facebook Ads, por exemplo. É importante ficar de olho nesses dados, pois a partir dos números é possível analisar a eficácia de sua campanha. 

6. Caminho e tempo até a conversão

Muitas pessoas cometem o erro de olhar apenas para os dados de vendas e/ou contatos, e esquecem de analisar o caminho que o usuário percorreu até finalizar a compra. Graças às métricas do Google Analytics, conseguimos selecionar informações, como a influência de suas campanhas. 

Em outras palavras, queremos saber: O usuário comprou de forma orgânica, mas já conhecia o site devido a uma campanha no Facebook Ads? Isso significa que todo o trabalho de anúncios voltados para as redes sociais foi importante. 

Como nem sempre o usuário compra em seu primeiro acesso, é fundamental repassar as informações das conversões assistidas, ou seja, saber o que influenciou aquele cliente até que ele desse o último clique.

Além disso, é comum que o visitante não realize a compra no mesmo dia em que descobriu o  anúncio. Ele tende a refletir antes de comprar determinados produtos. Por isso, é fundamental saber quanto tempo leva até a sua tomada de decisão, pois, assim, pode-se otimizar as campanhas de remarketing.

7. Perfis sociodemográficos

Se a sua marca já investe em marketing digital, é bem provável que tenha uma persona definida. No entanto, pode ser que ela não esteja bem direcionada ou não represente o seu cliente em potencial. 

É aí que o Google Analytics entra. Dentre as muitas estatísticas que encontramos na ferramenta sobre as pessoas que passaram pelo seu site, estão: sexo, idade e interesses. 

Ainda que essa última opção não nos ajude muito, saber o gênero e a faixa etária dos seus visitantes é muito importante para tomadas de decisões.

8. Quantidade de usuários ativos 

A partir dessa métrica do Google Analytics, é possível ver os usuários ativos da sua empresa. Entretanto, o que isso quer dizer? Bem, esse é o termo utilizado para se referir a pessoas que estão navegando na sua página em tempo real e em qual página estão. 

Além disso, a ferramenta disponibiliza relatórios que ditam informações extras, como, localização desse visitante, qual palavra-chave atraiu ele para o seu site e qual fonte de tráfego serviu como influenciador. 

9. Colaborações que geram novos visitantes

Quando fazemos colaborações com outros sites, jornais ou influenciadores, queremos saber qual o retorno desse trabalho. Para isso, é necessário verificar se a parceria está trazendo tráfego para o site e se isso está gerando vendas.

Compreender esse retorno do investimento (ROI) em sites e collabs nas mídias sociais é a chave para criar uma estratégia de trabalho bem direcionada. Nesse sentido, a ferramenta é ótima para saber se sua empresa está no caminho certo e se essa estratégia está sendo útil ou não.

Esperamos que tenha gostado de saber sobre as métricas do Google Analytics que podem ajudar você a entender melhor o tráfego do seu negócio. Aproveite e confira também nosso conteúdo sobre os fatores que não devem ser esquecidos durante a Black Friday. Até a próxima! 

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