A Black Friday está chegando e, com ela, o aumento das vendas e do custo por cliques. Se a edição de 2020 foi um sucesso na casa dos R$7 bilhões em vendas, as expectativas para 2021 são ainda maiores. As lojas virtuais estão investindo, cada vez mais, em Marketing Digital e em melhorar suas plataformas com formas de pagamento online e criptografia para garantir a segurança das transações bancárias (SSL – Security Sockets Layer). 

Segundo a 6° edição do Perfil do e-commerce brasileiro, a pandemia contribuiu para uma expansão de 40% ao ano do mercado online. Ou seja, a concorrência também aumentou. Isso significa que mais empresas estão se preparando para o melhor dia de vendas do ano. Campanhas bem planejadas, benefícios para o consumidor e investimento em anúncios pagos são algumas das estratégias que os lojistas vão adotar.

Esta é a hora perfeita para divulgar sua loja, afinal, as pessoas estão pesquisando e têm intenção de comprar. Para aproveitar o momento e não perder nenhuma oportunidade, os lojistas vão investir em Google Ads. Com a procura em alta, o preço dos anúncios deve subir. Se você quer entender melhor esse fenômeno para não cometer erros e economizar dinheiro, leia até o final!

Entenda os métodos de precificação do Google

Os anúncios no Google Ads podem ser cobrados de três formas: custo por cliques (CPC); custo por mil impressões (CPM) e custo por aquisição (CPA). O CPA é a forma mais cara, só há cobrança quando o objetivo da campanha é cumprido, seja ele uma venda ou um formulário preenchido. Já o CPM cobra por cada mil visualizações do seu anúncio. É recomendado para quem tem como objetivo o alcance de marca. E por último, o CPC é quando se define um valor máximo para pagar por cada clique (leilão).

No caso do CPC, as posições de aparição serão leiloadas. O leilão do Google Ads funciona de forma diferente da que estamos acostumados. Quando uma pessoa pesquisa alguma palavra-chave na rede, há uma ordem para a exibição dos anúncios. Como isso é definido? Segundo o lance! Após escolher o valor que você está disposto a pagar, o algoritmo leiloa as posições nos resultados de busca e o vencedor paga o mínimo necessário para se manter naquela posição.

Quanto mais anunciantes, maiores são os lances por uma posição privilegiada na rede do Google. Quando um grande evento está próximo, como a Black Friday, a tendência é que o custo por cliques aumente.

Outros fatores que influenciam o custo

Além do leilão do Google, o formato e a otimização impactarão suas campanhas. No caso da Black Friday, os anúncios voltados para o consumidor devem aumentar (B2C). Normalmente, eles são otimizados para mobile. Assim, seu custo será maior. Já aqueles voltados para empresas (B2B), mais acessados no computador, não devem sofrer alteração.

Outro fator de impacto é o formato: shopping, search ou display do Google? Dependendo do local escolhido para divulgar seus anúncios, você poderá sofrer com custos acima do normal. Além disso, algumas palavras-chave serão mais procuradas por serem muito relevantes para a data. Segundo a lei da oferta e da procura, os preços aumentam em situações de escassez. É isso que acontece durante um grande evento de vendas como a Black Friday.

A mudança no preço dos cliques pode prejudicar empresas com um orçamento mais restrito. Por isso, é muito importante que as marcas se preparem para o evento e definam suas estratégias com antecedência. Escolher bem o público-alvo, o formato e as palavras-chave são fundamentais para obter os melhores resultados com o menor custo possível.

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